Será que estamos condenados a ser maioritariamente a ser substituídos por máquinas e tornar desnecessária a nossa existência? Será que as máquinas são desnecessárias sem a nossa existência? Será preciso mudar o modelo fiscal para se adaptar a esta nova realidade? Será que é possível substituir a forma de pensamento vigente?
Não precisamos de muito para sermos alegres. Um sorriso chega, talvez acompanhado de bom coração. A alegria está lá sempre à margem à espreita de um descuido para saltar para o leito num sorriso rasgado e autêntico. A margem da alegria é aquela que lhe quisermos dar.
Por vezes, chegam-me conselhos e mensagens de forma inesperada.
Recebi uma edição especial do álbum Stop Making Sensedos Talking Heads.
Prometo que vou tentar já a partir de amanhã.
Vi recentemente o filme e não consigo perceber porque é que se recorreu a actores estrangeiros (tendo de os dobrar) para alguns dos papéis principais. Não há actores portugueses?
Nem perguntas, nem respostas.
Não há afirmações no horizonte
Nem sequer monossílabos nos querem saltar boca fora
O silêncio impera
Acalma uns
Incomoda outros